“Vendo bem a máquina. O dinheiro do ciclo de vida está lá — peças, serviço, contrato, tecnologia embarcada — e eu não estou capturando.”
Estruturamos o pós-venda como negócio, não como suporte: a economia da concessionária, o modelo comercial dos serviços, a infraestrutura que sustenta o atendimento e a prontidão de quem executa.
O ponto de partida é quase sempre o mesmo — entender por que a rede não vende o que a indústria construiu. Raramente é falta de vontade do canal. Quase sempre é ausência de modelo, de prova e de gente preparada. E essas três coisas se constroem.
Diagnóstico de rentabilidade da rede · portfólio de serviços e contratos · precificação e absorção · estrutura de serviços conectados · prontidão das posições-chave · rotina de gestão e indicadores
